Olá corações!
Mudar, nem sempre é uma tarefa fácil, não é mesmo? Pois é...
Nesse ano, desde o comecinho de janeiro, estou aplicando algumas políticas à minha vida. Mudanças de hábito em geral. Eu não tenho só um hábito ruim, mas vários. Eu sempre soube que a maior parte deles não é saudável e também não me faz bem emocionalmente falando, mas porque continuo com eles?
Essa foi a pergunta que me fiz, sobretudo, no ano novo. Meu ano novo, por sinal, foi divertido. Passei na praia com meu marido e meus babies assistindo a queima de fogos. Aqui umas fotos desse dia:
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| Eu, a Belle e o Etti. Detalhe para o fato de eu e a Belle estarmos de par de vasos. |
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| Eu, Belle e Ricky depois da queima. Etti tava jogado no canto, dormindo, por isso não saiu na foto. |
Agora, voltando ao foco.
Eu resolvi dar mais atenção à alimentação, fazer exercícios, dormir mais cedo, estabelecer rotinas, sair de casa com mais frequência... Só que tudo isso é muito lindo em nossas cabeças. Na pratica, nos programamos para fazer trocentas coisas e no fim do processo, só temos tipo, 30% das coisas feitas.
Por isso, decidi não pegar muito pesado nesse sentido e ao invés de mudar tudo de cara, introduzir uma mudança de cada vez. Minha lógica é que quando eu acostumar com as tarefas iniciais a ponto de fazê-las por reflexo, estarei pronta para fazer as novas.
As rotinas, obviamente também devem fazer parte do trabalho e por isso, estou tentando escrever pelo menos 25 minutos por dia. Parece pouco, mas alguns minutos diários são suficientes para estabelecer mentalmente qualquer rotina. O cérebro precisa aprender que 25 minutos, das 24 horas do dia, servem para escrever e durante aquele período, ele tem que trabalhar nisso. Só não tive chance de estabelecer um horário específico para isso, o que é o meu maior problema.
Minha lista de coisas para mudar são muitas, mas vou começar só com as que só dizem respeito a mim e não às pessoas ao meu redor. Porque isso, será trabalho dobrado.
Nany out!