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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Dia do pitaco: Ainda sobre prenhez*




Olá corações!

Vamos recapitular um pouco a sociedade brasileira em relação à maternidade:

- Se você deu e engravidou, tem que parir. Não interessa se você não está pronta, não interessa se você é muito nova, não interessa se você não tem emprego e nem apoio da sua família. Sua vontade é obviamente inferior a do seu filho que não tem nem o cérebro formado ainda. Aborto é feio, bobo e chato.

- Qualquer garota que engravida antes dos vinte, é puta, é vagabunda, é vadia. Tem que ser mal vista e maltratada. É culpa do pai e da mãe se ela deu e de preferência, tem que ser colocada pra fora de casa. (Afinal, nós definitivamente precisamos de mais uma coitada jogada na rua.) E de vez em quando, pessoas vão ser violentas ou rudes para se sentirem vingados, mostrar sua desaprovação, por elas terem feito filho tão jovens. (Ainda que eu não entenda o que as outras pessoas tem a ver com isso).

- Crianças que são abandonadas vão para o orfanato/abrigo ficar à espera de um novo lar. Mas não pode ser qualquer lar. Tem que ser um lar com papai, mamãe, cachorro e papagaio. Caso contrário, a criança vai crescer no orfanato/abrigo, em condições de ruim pra baixo, porque sim. Ainda que existam casais homoafetivos ou mesmo pessoas solteiras com condições financeiras e psicológicas para criá-las muito bem.

- Mulheres não são contratadas nas empresas em abundância porque engravidam e tiram licença maternidade. Daí trabalham menos e prejudicam seu empregador. Mesmo que existam lésbicas que não engravidem, já que só fazem sexo com outras mulheres - e para ter um filho, teria que ter algum planejamento - ou mulheres que são naturalmente estéreis/que passaram por laqueadura ou ainda assexuais que não fazem sexo at all. Também existem as mulheres trans que também não poderiam ficar grávidas por acidente. Mas nenhuma dessas é contratada com mais frequência que as mulheres que estão em idade fértil e tem essa possibilidade.

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Sociedade, vamos decidir aí... É pra ter filho ou não?

Sinceramente... Pra mim, ter filho naturalmente tinha que ser igual a adotar. Passar por um monte de testes psicológicos, cursos e uma cambada de coisas para ter certeza se a pessoa está pronta pra aquilo. Sendo diferente, quem mais perde é a criança e a sociedade futura.

Ser mãe não é que nem jogo que você chega no level tal e sobe de classe, cheia de habilidades novas e pronta pra encarar o mundo de frente. Você se torna responsável pela vida de uma outra pessoa. Responsável por ensiná-la sobre o mundo e protegê-la. Responsável por suas ações, quer positivas ou negativas. Você se torna o espelho dessa nova pessoa.

Eu tive dois filhos. Meu filho mais velho, já devo ter mencionado aqui, é um autista clássico. Minha vida tem uma série de pequenas restrições que tenho que aplicar para a segurança dele. Muito mais do que eu faria por uma criança que não possui necessidades especiais. Já houveram momentos em que eu quis voltar no tempo e nunca tê-lo colocado no mundo, mas esses, foram momentos de choro, momentos de ansiedade, de desespero. Eu sou uma mulher que sempre quis ser mãe, estou satisfeita com a minha condição. Amo os meus filhos acima de qualquer coisa e por mais difícil que seja, não me arrependo de ter tido-os. Mesmo sabendo que eu teria uma criança especial, eu provavelmente não abortaria. Mas é importante citar... Essa é a minha vontade. A minha cabeça era toda voltada para isso. Eu escolhi, por livre e espontânea vontade ser mãe. Abraçar a tarefa de ser mãe.

É difícil. É entediante. É desesperador. É frustrante. É irritante.

Às vezes, você não está com saco para assistir a galinha pintadinha pela milésima vez. Às vezes, você não está interessado no desenho que seu filho fez e está louco pra te mostrar pra ganhar um elogio. Porém, você faz. Faz porque sabe que eles precisam de você. Faz porque sabe que sem isso, o mundinho pequeno deles faz menos sentido. É um trabalho que eu faço com prazer. E é assim, que todas as mães deveriam fazê-lo. Mas você não vai conseguir criar mães zelosas que façam seu trabalho por prazer obrigando-as a ser mães. Vai conseguir sim, mães que fazem seu trabalho, por fazer.

Nany out!




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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Dia do Pitaco: Campanha antiaborto



 Olá, corações!




Pois é, meus queridos. Me deparei com essa campanha de antiaborto no Facebook.

A princípio, eu não ia dizer nada, mas tem algo que está me incomodando enormemente.

Vamos falar sobre pontos essenciais:

Primeiro, vou colocar alguns links sobre o assunto:

Ciência hoje, uol - ScieloAborto no Brasil - Wikipédia - BBC - Notícia

Há maravilhosos textos falando sobre o lado da mulher, mas e o lado da criança?

''Mas você é uma burra, se a criança nem nasce, como é que tem o lado da criança?"

Calma, eu explico.

Vamos falar sobre as crianças já nascidas. Crianças que as mães gostariam de ter abortado, mas não o fizeram, seja por medo da cadeia ou medo de passar por um açougueiro qualquer e morrer na mesa. Ora, todos concordamos que a melhor forma de se criar uma criança é com amor, carinho e paciência. Criar uma criança é extremamente complexo e mesmo pais que se sentiam preparados para o dito, tem problemas. Ter um filho é uma vida de imprevistos. Imprevistos que só quem tem vontade, de superar, conseguirá. E querer, nesse caso, definitivamente é poder. Não existe conselho tutelar que altere a mentalidade de uma mãe que não se sente mãe.

Quantas dessas crianças, nascidas porque o Estado determinou, são criadas com todo o amor e carinho que mereciam? Quantas não são xingadas, espancadas, maltratadas todos os dias?
Você pode se defender dizendo que sua mãe xingava você disso ou daquilo. Para uma criança indesejada, o tom da palmada é completamente diferente. Sua mãe, muito provavelmente, te dava palmadas para te ensinar, porque queria seu bem. No caso de mulheres forçadas a ser mães, a palmada é um modo de descarregar a raiva e a frustração. Sim, é um crime, mas acontece. É justo destruir a mentalidade de uma criança e fazê-la se sentir mal por nascer só para 'castigar' a mãe dela(e geralmente só a mãe, porque ninguém cobra porcaria nenhuma do pai) que fez sexo sem camisinha numa noite aí? Qual a diferença de termos um aborto ou um suicídio? Qual a diferença de termos um aborto ou uma pessoa desequilibrada pelo resto da vida?

Eu não estou falando de exceções. As exceções no caso de uma mãe que não quer ter e é obrigada, mesmo depois que ela manifesta a vontade de não ter, são aquelas que ao apanhar o bebê nos braços, se tornam verdadeiras mães, dispostas a tudo. Mas a maioria não funciona assim. Depressão pós-parto é um de vários resultados possíveis.

Na nossa atual legislação, não se pode dar uma criança para adoção, independente das causas. A única forma que essas crianças vão é se forem abandonadas - o que geralmente causa a prisão da mãe - ou se a justiça as tirar do lar via ação judicial. Mas isso, só será feito se as crianças sofrerem maus tratos físicos ou passarem necessidade. Logo, nenhuma criança que for maltratada verbalmente e nenhuma criança que não consiga uma pessoa para testemunhar sobre isso, vai continuar morando na casa de quem a maltrata.

Eu sou mãe, meus filhos não foram planejados, mas eu os amo. Eu estou pronta para todas as dificuldades que tenho e terei com eles. Mas é justamente por amar os meus filhos que não quero que outras crianças passem pela situação descrita acima. Você aí, que acha que qualquer desculpa é válida para forçar uma mãe a parir uma criança, mesmo que ela não esteja pronta, mesmo que ela seja uma criminosa em potencial, mesmo que ela seja mentalmente incapaz, mesmo que ela seja maltratada pelo pai da criança que posteriormente maltrata a criança também, mesmo que isso não faça nenhuma diferença real na sua vida, tente rever sua opinião. Tente pensar no que faz a diferença para outras pessoas. Legalizar o aborto não quer dizer que você é obrigada a abortar. Não quer dizer que você tem que achar bonito. Quer dizer que as pessoas que querem fazer isso, por qualquer razão que elas possam ter - inclusive a de não estarem preparadas para ter um filho - possam fazê-lo sem ir para a cadeia.

Lembrando que o procedimento legal de aborto tem um limite de tempo para ser executado e que junto com essa legalização, devem vir medidas para tratar a mentalidade da paciente em relação ao bebê, fazendo-a ponderar sobre e se possível, estimulando e encorajando-a a dar a luz.

Coisas que significam legalizar o aborto:


  •  Legalizar a possibilidade de se abortar um embrião, nas primeiras semanas, antes do cérebro e o resto do sistema nervoso se formar.


Coisas que não significam legalizar o aborto: 


  •  Soltar assassinas no mundo
  •  Dar um passe livre para todo mundo fazer todo o sexo que quiser (até porque, todo mundo já faz isso, com ou sem aborto legalizado)
  •  Dar permissão de mães matarem bebês já nascidos
  •  Qualquer outra desculpa esfarrapada para sua desinformação sobre o assunto.


Outro ponto importante já foi dito à exaustão... Quem quer abortar, provavelmente vai abortar. Seja tomando um cházinho maroto, seja numa clínica com um açougueiro, seja dando socos na barriga para provocar um aborto espontâneo (sim, tem pessoas que fazem isso). Vou repetir mais uma vez...

O aborto pode ser algo impensável para você. Porque é algo que você não precisa fazer. É algo que só é considerado quando a necessidade aparece. Porém, existem pessoas que neste momento precisam fazer. E não podem, sabe por que? Porque você não deixa.

Vamos fazer um exercício mental e imaginar um mundo onde você não pode ter filhos por métodos naturais porque é proibido pelo governo. As formas usadas são inseminação artificial ou reprodução in vitro. Porém, você quer muito ter um filho por métodos naturais. Daí, você começa um movimento na sociedade para que você tenha o direito de fazer isso. A maioria da população é contra, dizendo que para se reproduzir tem que haver sexo e sexo é demoníaco ou errado por qualquer razão.

Sua liberdade enquanto ser humano, de poder ter seus filhos de forma natural, é mais ou menos importante que a obrigação que o estado inventou de não poder ter? O que, a sua decisão pessoal, afeta a sociedade como um todo?

Cá estamos, esse é o dilema das mulheres que precisam abortar por qualquer motivo, mas você não deixa, por causa do que você acha que é bom para você.

O que encaixa no círculo, nem sempre encaixa no quadrado. A liberdade deve existir na mesma proporção para todas as pessoas.

Nany out!




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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Dia do pitaco: Onde está o limite da liberdade de expressão?



Olá corações!

Pois é, hoje é o dia do rant~

Se você não sabe o que é rant, me deixe lhe esclarecer.

'Rant' basicamente significa 'dar a sua opinião de modo agressivo' ou é isso que sempre me pareceu em minhas aventuras no Tumblr e é por causa dele mesmo que vou dar esse chilique.

Vamos ao pitaco:

De uns tempos para cá, vivemos uma onda muito positiva de ativismo em relação a liberdade de expressão. A liberdade de expressão é algo maravilhoso em muitos aspectos. Sem ela, eu não conseguiria estar aqui, divagando nesse blog hoje, só para começar. Ter a chance de dar novas ideias, fazer críticas e discutir soluções variadas para um mesmo problema, tudo isso sem receber nenhum tipo de punição, é a essência da coisa.

O recente atentado no jornal Charlie Hebdo, chamou a atenção do mundo para a importância da causa. A importância de se permitir que qualquer coisa seja dita, desenhada, rabiscada, apontada. Qualquer crítica seja feita.

Estou definitivamente de acordo que críticas à ideais devam ser feitas. Ideais políticos ou ideais religiosos devem ser discutidos e devem ser mostrados.

Por outro lado, e as críticas a pessoas? Quando cabe uma crítica individual? Quando é que a liberdade de expressão dá o direito das pessoas se esconderem em uma imagem genérica de anônimo para postar o que quiserem sobre outras pessoas e derrubar sua auto-estima até que se suicidem?

Defensores da liberdade de expressão irrestrita, dizem que mesmo nesses casos, não deve existir restrição. Que se alguém se sente ofendido com certa coisa, o problema é dele e que deve ignorar ou que deve rebater.

Queremos mesmo viver num mundo onde temos que ficar rebatendo críticas de gente que sequer conhecemos? Queremos mesmo viver num mundo onde tenhamos que justificar nossas ações? Nosso manequim? Nosso estilo de música favorito? Se queremos beijar homens ou mulheres ou ninguém? Se preferimos rosa ou azul?

Quando a liberdade de expressão chega desse lado, não a acho mais tão atraente. Por outro lado, isso não é um problema da ideia em sua essência, mas do que as pessoas fazem com ela. Ora, facas foram feitas para cortar alimentos e coisas, mas existem aqueles que insistirão em usá-las para machucar pessoas. Como mudar isso, então?

Partindo de alguns pontos:
  • Quem são as pessoas que eu tenho direito de criticar?
- Em tese, todas. Porém, eu escolho fazer críticas diretas e construtivas para pessoas que eu conheço e tenho alguma intimidade. As coisas que me incomodam, são coisas que ME incomodam e ninguém tem que mudar seus hábitos para agradar a mim, unicamente. Salvo em caso de hábito que prejudique a mim ou algum de meus parentes diretamente.

  • Quem pode me criticar?
- Geralmente, membros próximos da minha família ou amigos, que saibam como falar comigo sem me machucar. Pessoas que verdadeiramente queiram o meu bem e não que só resolvam falar pelo que incomoda a elas.
  • Quando a política do 'falo mesmo' se aplica?
- Apenas em casos onde a atitude da outra pessoa realmente é prejudicial de alguma forma para você, para seu ambiente familiar ou de trabalho. Um bom exemplo disso, são fofocas que raramente trazem algo de bom. Se alguém está lhe fofocando informações infames sobre outras pessoas, dê um toque. Evite as conversas. Se necessário, evite a pessoa em si. O hábito ruim desaparece se não há ninguém para compartilhá-lo.
  •  Quando a política do 'não conheço, mas quero ajudar' se aplica?
- Novamente, em casos em que a pessoa pode se prejudicar ou prejudicar outras pessoas ao redor. E por prejudicar,coisas como hábitos alimentares, fumo, bebida, vida amorosa ou sexual, fazer tatuagens, vestimentas diferentes ou loucuras capilares, não são nada que lhe digam respeito a menos que você tenha intimidade para falar sobre. Se não tiver, não dê pitacos, mesmo que lhe perguntem. 

São pequenos modos de preservar a sua, a minha e a nossa liberdade de expressão. Evitando fazer uso dela em momentos inapropriados. A liberdade individual para mim, tem soberania sobre a liberdade de expressão. 

Liberdade individual, deixo aqui configurada como: "qualquer atividade feita por indivíduo que já tenha idade o suficiente para decidir o que é melhor ou pior para ele (dependendo da atividade e maturidade, não é necessário que a pessoa seja maior de idade. ex: uma criança de oito anos pode escolher, baseada no que já conhece, se prefere estudar inglês ou espanhol.) e que não cause mal a terceiros." Toda vez que falo que as pessoas tem o direito de fazer o que quiser, já vem gente me jogando necrófilos e pedófilos na cara.

Fato é: devemos fazer mais o que nos faz felizes e falar menos sobre os outros fazendo o que os deixa feliz.

Nany out!





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domingo, 1 de fevereiro de 2015

Dia sustentável: 5 dicas para poupar energia elétrica




Olá corações!

Hoje é dia de domingo sustentável e cá estou eu, irada com a percepção de que minha conta de luz está indo a níveis astronômicos. Por isso, decidi procurar algumas dicas para ajudar nisso. A maioria das dicas que encontrei nos sites, é bem normal. Evitar longos banhos, trocar as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes. Não usar chuveiro ou ferro em horário de pico.

Porém, também encontrei algumas, que me foram novidades e eu não sei se serão para vocês também.


Então vamos às cinco dicas diferentes para poupar energia:

1 - Não coloque o fogão e a geladeira instalados lado a lado. Por causa do calor do fogão quando usado, a geladeira é obrigada a gastar mais energia para manter os alimentos frios.

2 - Ative o modo de economia de energia em seu notebook ou pc. E desligue os periféricos da tomada sempre que não estiver usando. Isso vale para qualquer eletrodoméstico que você não precise usar o tempo todo, diferente da geladeira, por exemplo.

3 - Se estiver construindo sua casa agora, peça para que se projetem janelas que permitam o aproveitamento total da luz do sol ou se possível, faça claraboias ou outros elementos vazados no seu telhado que lhe ajude com esse fim. Também é válido, pesquisar alternativas para diminuir o consumo de energia, como fotocélulas solares.

4 - Para quem está comprando um eletrodoméstico novo, procure selos que demonstrem a eficiência do produto em relação a energia consumida, Também existem tabelas com esse fim nas lojas. Peça para o vendedor lhe mostrar.

5 - Limpeza é tudo! Limpe periodicamente os orifícios de saída de água de seu chuveiro, assim como as lâmpadas e lustres, além dos filtros do ar condicionado. Faça o degelo da sua geladeira com frequência.

Espero sinceramente que essas dicas ajudem em alguma coisa. Caso precisem de mais algumas, aqui tem algumas fontes para que possam procurar:

Infoescola, Eletrobras, Atitudes Sustentáveis, Coletivo Verde, Universidade Federal de São Carlos.

Espero ter sido útil!

Nany out!



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Quem sou eu

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Elaine Seskiene, é nascida em São Vicente, no estado de São Paulo, no dia 19 de Setembro de 1987. Começou a escrever cedo. Aliás, tão cedo que se alguém se atrever a perguntar para seus colegas de classe, eles vão dizer que com frequência, ela preferia escrever poemas do que fazer as lições de matemática e outros cálculos. Recentemente, passou a se aventurar no mundo da moda. É uma das metades de Domnall September.

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