Pensando nisso é que a mamãe aqui resolveu disponibilizar, totalmente 'de grátis', o e-book de poesia 'Amor de bolso'.
Essa coletânea para mim é muito querida já que eu escrevi tudo que há nela durante a minha adolescência, em tempos que eu preferia poetizar do que fazer cálculos matemáticos. Hoje já sou um pouco mais carinhosa com os números, mas agradeço ter tido a chance de escrever cada uma dessas poesias. Elas traduziam muito do que eu tinha na minha mente e no meu coração sobre amores ideais, sobre amores que atraíam meus olhos. Eram pequenas confissões de alguém que estava desesperada por amar em toda a sua glória e que queria sentir isso em sua plenitude. Nas dores, nas alegrias, nas saudades, nas intensidades.
Espero que gostem dele tanto quanto gostei de escrevê-lo!
Últimos dias tem sido corridos. Eu literalmente perdi a noção dos dias da semana. Ontem quando meu marido disse que era sexta, eu quase tomei um tombo da cadeira!
Mas enfim... Andei pensando em algumas novas categorias para adicionar ao blog. Atualmente, temos 'Gordice do Dia', 'Dia do Pitaco' e 'Dia sustentável'. A princípio, eu havia pensado em usar os dias da semana até perceber que eu não tinha pique para postar todo dia. Por isso, postarei quando eu sentir o clima para isso. Porém, já posso adiantar que farei vários tipos de posts diferentes. Não quero manter vocês num único tipo de postagem. Variedade é bom e todos gostamos.
E quais são essas novidades?
A primeira e mais importante nota que farei aqui, é sobre desativar o blog exclusivo de Domnall September. Acredito ser mais fácil manter somente esse blog e postar todas as notícias referentes aos livros, lançamentos, aventuras no mundo da moda e tudo o mais, aqui. Vou transferir todos os posts que considerar relevantes.
Segunda nota, eu estrearei alguns posts diferentes como:
- Teste Beta: Comprarei produtos e serviços diversos, provarei e direi o que achei. Aceito sugestões de produtos. Dependendo do caso, posso gravar alguns vídeos para mostrar o uso. O primeiro post dessa série está aqui.
- A primeira vez: Vou assistir a uma série/programa/filme/vídeo qualquer pela primeira vez e blogarei ao vivo durante o episódio, ou seja, farei meus comentários enquanto assisto e postarei capturas de tela, vendo se vale a pena continuar assistindo-a ou não. Em se tratando de séries, será o review do primeiro episódio. Em se tratando de filmes, será sobre os primeiros 15 minutos. Em se tratando de vídeos - seja de vloggers, seja de cantores - verei o vídeo com mais views.
- E agora, José?: Darei algumas dicas e soluções para problemas do dia-a-dia, sobretudo que acontecerem comigo. O primeiro post dessa série já está aqui.
- Inspira e pira: Darei algumas ideias de coisas que possam inspirá-los ou postarei alguns momentos meus de inspiração e seus respectivos resultados. O primeiro post já pode ser encontrado aqui.
Esse post esteve originalmente no blog oficial de Domnall September, mas agora veio fazer morada aqui.
A inspiração foi esse vídeo divoso feito por um fã da Lady Gaga, Ruben Cortez. Confira o vídeo:
- Foi você, Mary. Só você estava naquele momento. Eram somente você e aquele punhal. Mesmo o punhal deve ter chorado de estar nas tuas mãos imundas e ter sido usado para teus fins pouco dignos da piedade de Deus. Você sabe o que acontece com assassinos pela Lei do Senhor, Mary?
A mulher manteve-se em silêncio, diante do carcereiro que zombava de sua prisão. Em tempos passados, este fora um de seus melhores soldados. O mais leal, mais honrado. Aquele que a protegera quando resolviam atirar suas flechas querendo alcançá-la. Aquele que elevara a voz quando as primeiras acusações vieram, mas naquele momento, nem mesmo ele acreditava nela.
- Não importa o que eu diga, você já me condenou, assim como o povo. Minha atitude mais sábia é calar-me e esperar que minha execução chegue. - Disse olhando para o lado contrário, vazia de vontade. Vazia de sentimento.
- Covarde! - Foi o grito que ouvira do carcereiro. - Nem mesmo ousará defender-se da minha acusação? Lady Mary... Não vai dizer a verdade, nem ao menos para mim? - O tom dele parecia diferente conforme ele ajoelhara-se ao lado da porta da cela, esperando que sua Rainha, aquela que sempre lhe fora o símbolo da pureza e retidão, se defendesse daquilo que a chamaram. - Me diga que não é verdade, Lady Mary. Me diga que eles mentiram e eu a ajudarei a escapar.
Por alguns instantes, a mulher de cabelos negros ponderou. Estava pronta para morrer. Seu povo não mais confiava nela e ela não se via fazendo qualquer outra coisa senão comandando seu amado reino. Aliás, seu reino adorado, agora estava nas mãos de alguma de suas três irmãs. Três mulheres que em nada lembravam uma Rainha. Uma sonhadora, a quem eram mais importantes os desejos de liberdade e as fugas para as colinas vazias do que seu povo. Uma aspirante à bruxarias, que vivia nas saias de John Dee e outros feiticeiros que se diziam Astrólogos. Uma luxuriosa, a quem todo e qualquer homem interessava. E quanto Mary rezou para que esses desejos imundos de sua irmã fossem só restritos aos homens.
- Charles... Eu não matei o meu marido. Eu não o amava, mas o respeitava. Respeitava o suficiente para ser esposa dele de verdade. Naquela hora... Ele levou o punhal ao coração e eu, desesperada, pulei nele para arrancar de seu peito, esperando salvá-lo da morte. Foi nessa hora que os criados entraram com os guardas, esperando apaziguar nossa briga e... - As últimas falas de Mary viraram sussurros sem sentido e pouco audíveis. Estavam sendo escondidas por suas lágrimas pesadas e constantes.
Ao ouvir tais palavras, o carcereiro sabia o que devia ser feito.
- À meia noite, meu turno será trocado. Antes disso, eu passarei aqui e a libertarei para que fuja, Lady Mary. Mesmo que isso me custe a vida.
A Rainha deposta acenou positivamente com a cabeça e esperou pacientemente pelo momento, rezando seu terço, enquanto olhava para a janela. A Lua estava coberta por nuvens pesadas que a cada momento levavam mais e mais seu brilho, deixando a terra do reino envolta em sombras. Sombras perfeitas para uma fuga.
- Lady Mary, está na hora! - Disse o carcereiro abrindo a porta da cela. Um sorriso de felicidade se abriu nos lábios dela ao vê-lo. Ele disfarçou-a dentro de um saco de batatas e foi carregando-a pelos corredores.
- Brennan! O que é isso que carregas? - Perguntou o soldado que o renderia.
- O mercador de batatas perdeu uma aposta contra mim e o pagamento são duas sacas de batatas holandesas. - Charles riu para o amigo. Claro que estava rindo. Estava salvando não só o futuro do reino em que vivia, mas a dama que o inspirou a continuar vivendo nele, a Rainha Mary, que em sua virtude, só podia ser mesmo, nomeada tal qual a virgem mãe de Jesus. - Mas eu não consigo carregar dois de uma vez. Levo um para casa hoje e o outro, levarei amanhã.
- Ahhh, então está bem. Me dê algumas batatas se elas sobrarem em tua casa, avarento miserável! - Respondeu o outro, também aos risos. A aposta era verdadeira, já que de fato, havia um outro saco de batatas esperando para ser levado embora, no quartinho em que os soldados deviam se arrumar.
Charles acenou positivamente com a cabeça e saiu das vistas de sua rendição. Caminhou com a Rainha ensacada por quase um quilômetro, até chegar finalmente numa área perto da floresta. Lá, a colocou no chão e abriu o saco. Ela o abraçou, emocionada com seu esforço.
- Deus há de tornar-te habitante de seu Reino por essa ação de bondade, Charles.
- Nada que um fiel seguidor de Lady Mary não devesse fazer. Agora, leve essa faca, esse cantil e esse punhado de moedas de ouro. Deve ser o suficiente para que consiga chegar até a próxima cidade. Lá, procure por Irvine. Ele sabe de meu plano e a levará para o reino vizinho. Tenho certeza que encontrará hospitalidade lá.
Ela apanhou aquilo que lhe fora ofertado e beijou a mão do soldado em agradecimento. Ele assentiu e rumou para a própria casa. Mary caminhou para dentro da floresta e assim que chegou numa clareira, ajoelhou-se diante de um tronco, aproveitando-o como um altar. Enrolou seu terço de esmeralda nas mãos e começou sua oração:
- Perdão, Meu Pai, por ter mentido. Mas sei que sua grande Glória, compreende que pessoas inferiores existem para serem usadas como instrumentos de minha magnitude. Rainha, eu fui por Tua Graça e Rainha deverei retornar a ser, protegida por Tua Glória. Se é meu destino mandar outros impuros para a sepultura, assim como enviei o porco que eu tive como marido, enviarei com prazer. Amém.
Hoje é dia de descer a lenha! Sim, de novo, porque é o que eu mais faço nesse blog mesmo.
Tivemos nesses últimos tempos, uma onda maçante de memes envolvendo a presidente. Envolvendo seus erros em discursos, principalmente. Incluindo, pessoas rompendo com ela publicamente para aparecer. (Jeferson Monteiro, estou olhando para você agora.). A verdade é que não importa o que a Dilma diga, as pessoas vão tentar fazer graça. Se ela esquecer uma vírgula sequer, vão tirar sarro dela. As pessoas simplesmente não gostam de política pra começo de conversa e quando um governo vai mal, o povo tende a ser ainda mais crítico, porém com indivíduos pontuados, ao invés do sistema implantado. Crítico com a aparência ao invés de suas promessas quebradas. Críticos com seus gostos pessoais ao invés de suas escolhas políticas.
Eu nunca vi, em toda a minha vida, nenhum governo ser tão pichado quanto o dessa mulher e muitas vezes, me assusta a possibilidade de estar sendo pichado desse jeito SOMENTE porque ela é mulher. Vi pessoas no meu facebook dizendo ser difícil defender mulheres na política por causa das peripécias da Dilma. Ora, claro, afinal, Dilma Rousseff é a única mulher na política desde que começou a república, certo? ERRADO.
As mulheres que tem um desempenho político positivo, raramente são lembradas em qualquer instância. Nenhum projeto de lei interessante criado por mulheres - e aprovado - são exaltados, porém, quando uma mulher pisa no tomate, as pedras vem maiores e são atiradas com mais força. Comentários bonitos sobre 'como ela devia estar na cozinha e não no planalto' são os primeiros a aflorar. Mas e quanto aos homens que fazem peripécias semelhantes - ou piores - e tem histórico de corrupção?
Continuam sendo eleitos normalmente, sem piadas sobre sua conduta. Ao contrário... O discurso aí é 'rouba, mas faz'. Não me interessa se esse texto soa como defesa para a Dilma e suas pedaladas fiscais. O pior cego é aquele que não quer ver. Já me cansou ver pessoas defendendo outros bandidos com unhas e dentes, e pichando-a e só ela, como causa do Apocalipse político que vivenciamos. Me enervo como a sociedade sofre da síndrome do 'dois pesos, duas medidas'. Pilantras tem que ser pichados igualmente em sua pilantragem e nada mais.
No momento, no Brasil, quase todos os políticos podem ser considerados corruptos. Não necessariamente por enfiar dinheiro na cueca - ou calcinha - mas por se beneficiarem de um sistema que tornou isso profissão. Pessoas que passam 20, 30 anos ininterruptos com mandatos, pulando de um cargo para outro, mas sem nunca largar a teta do governo. Sem nunca abrir mão de suas passagens para viajar o Brasil e o mundo, sem nunca rejeitar benefícios extras como auxílio terno e aluguel de veículos (mesmo na cidade em que residem). Sem nunca parar um segundo para considerar de onde vem aquele dinheiro e porque o estão recebendo. Cansa mesmo a minha beleza ter que explicar 1400 vezes por semana que a Dilma é uma má política, mas não é a única, nem será a última. Além de, não ter todas as decisões em suas mãos. Um presidente é feito do apoio político e se você não tem aliados que votem a favor de qualquer modificação, você não tem nada.
Impeachment talvez seja uma solução pra Dilma. Para a Dilma como pessoa. Uma solução para livrá-la da pressão das críticas e para lhe dar mais tempo para cuidar de sua saúde, talvez mais tempo para que ela repense suas atitudes durante a presidência. Porém, para o Brasil? É trocar seis por meia dúzia. Todos na linha de sucessão são ou já foram investigados em esquemas de corrupção e mesmo se absolvidos, já são riscados da minha lista pessoal de candidatos elegíveis. Veremos o PT 'perdendo' a chance de roubar, para dar chance para os ladrões de sempre, no gênero de sempre.
Meus conselhos para o momento:
- #1: Independente do Impeachment acontecer ou não, uma coisa precisa ser feita e com força: Fiscalize. Não espere o ministério público, não espere o tribunal de contas perceber sozinho, não espere um flagrante que pode nunca acontecer. As notas fiscais, ao menos de deputados e vereadores estão disponíveis para serem consultadas e não, você não precisa fazer isso com todos eles. Faça só com os que você votou. As pessoas que você considerou serem dignas da sua confiança para lhe representarem. Guarde seus santinhos e descubra se suas promessas de campanha, seus projetos de lei, foram sequer apresentados.
- #2: Aprenda! Não precisa recorrer a livros técnicos e chatos se não quiser. Muita informação útil pode ser encontrada na internet em vídeo e alguns são bastante educativos e animados, como esse aqui feito pela Superinteressante. (Não, não ganhei nenhum real por divulgar esse vídeo, e nem divulgaria nada desse tipo por dinheiro. Até porque, isso não me faria nada diferente do que combato.)
Com vocês o vídeo em questão:
- #3: Preste atenção em suas próprias atitudes. A corrupção não começou com os políticos, começou com pessoas normais que achavam uma boa se dar bem passando por cima dos outros, enganando-os, ocultando verdades, disparando mentiras. Nada sólido se constrói de atitudes prejudiciais aos outros. O jeito malandro só piora conforme você o cultiva e dependendo de seu ponto na vida, colar na prova e roubar um milhão dos impostos pagos pelos contribuintes será o mesmo, desde que ninguém descubra.
Nany out!
PS: A título de curiosidade... 'Estocar vento', embora tenha sido dito de uma maneira completamente informal, é possível. Cientistas da Noruega estão trabalhando nisso agora mesmo. Apesar de não ser um site científico, uma introdução ao estudo, está aqui.
Como vocês já devem saber eu tenho a língua solta - e os dedos também - por isso, cá estou.
Recentemente, eu reparei que estamos passando por uma mania muito séria no Brasil. As pessoas acham que negando a existência de certas coisas, pessoas ou ideologias elas vão desaparecer.
Um bom exemplo atual é a aprovação do 'Estatuto da Família'. O texto da lei diz que só será reconhecido como 'família' o que se originar da união entre homens e mulheres.
É um caso clássico de negar a realidade.
Nomear como família, somente uma porcentagem x da sociedade, não fará as famílias que são formadas de forma diferente pararem de existir, nem pararem de ser criadas.
Um irmão que cria os mais novos depois que os pais morrem É uma família, quer você ache bonito ou não.
Uma avó que cria o neto ou neta porque a mãe abandonou É uma família, quer você queira ou não.
Um casal de lésbicas que cria o filho de uma delas É uma família. Tal qual um casal de gays que cria o filho de um deles.
Uma lei não é o suficiente para legitimar o que deve ou não ser chamado de família, sobretudo numa sociedade cheia de nuances como a nossa. Esse é o tipo de coisa que deve ser estudado caso a caso, conhecendo todos os ângulos da questão e seus respectivos envolvidos. Criar uma lei dessas é criar um entrave jurídico que vai causar muitas dores de cabeça no futuro, levando famílias não-convencionais a entrar com processos na justiça em questões de partilhas de bens para membros de sua convivência que supostamente não podem ser considerados 'família'. Dores de cabeça que poderiam facilmente ser evitadas pela não existência da lei.
Nós temos como outro excelente exemplo o caso do ator global Stênio Garcia e sua esposa, Marilene Saade. Depois de ter suas fotos íntimas vazadas, a mulher, que também é atriz, comentou:
"É um crime bárbaro. Fomos surpreendidos por isso. Eu vou acabar com essa internet e com tudo isso. Vou mover céus e terra contra quem houver, quero criar uma lei"
A fala dela mostra o quanto alguns famosos acham-se acima na cadeia social. Famosos acham estar acima das leis e acima das ameaças que eu, você e todos os outros são obrigados a tomar cuidado todos os dias. Mas não eles. Ao invés de tomar cuidado com as peripécias que fazem, querem cobrar atitudes do Estado, querem censurar a internet, querem fazer lei. Querem punir outras pessoas por sua falta de cuidado.
Não quero dizer com isso que os hackers não devam ser caçados e condenados. Invadir os arquivos privados de uma pessoa - inclusive as que não são famosas, Senhora Saade - é um crime que tem que ser levado a sério. Pessoas acabam se suicidando pela repercussão de acontecimentos desse tipo. Porém, a culpa não é da internet. A culpa não é da existência de uma rede mundial de computadores que nos traz imensos benefícios como a educação a distância, a conexão social, a união de pessoas por uma causa nobre, sem que elas sequer tenham se visto ao vivo. O comércio virtual é um excelente marco até hoje e estou bem certa que parte da renda dela e de seu marido, se origina de pessoas que compram os DVDs de suas novelas, filmes e séries justamente pela internet.
Censurar a internet não vai fazer pessoas que querem ver famosos pelados pararem de existir. Eles continuarão existindo e continuarão dando seu jeito de ver e compartilhar. Negar a realidade de que existem pessoas com habilidade o bastante para invadir seu celular porque você é um ator ou atriz famoso é tão inteligente quanto sair de biquíni na Sibéria, durante o pleno inverno e achar que não sentirá frio. Simplesmente não acontece.
Não leve opiniões para a sua vida como se fossem fatos, porém não descarte fatos como se fossem opiniões. Ambos são prejudiciais, ambos te darão uma baita dor de cabeça.
Nany out!
Bonus:
Quando fui buscar pela frase de dona Marilene no Google, isso aqui foi o que recebi de pesquisas relacionadas:
Stênio provando procês que está vivin da Silva. Tão vivo que tira nudes, ok?
Elaine Seskiene, é nascida em São Vicente, no estado de São
Paulo, no dia 19 de Setembro de 1987. Começou a escrever cedo.
Aliás, tão cedo que se alguém se atrever a perguntar para seus colegas de classe, eles vão dizer que com frequência, ela preferia escrever poemas do que fazer as lições de matemática e outros cálculos. Recentemente, passou a se aventurar no mundo da moda.
É uma das metades de Domnall September.